quinta-feira, 17 de maio de 2007

Fuhrländer chega ao Ceará

Jornal O POVO
por Jocélio Leal


Uma primeira comitiva da empresa alemã Fuhrländer chegou dia 13 de Maio a Fortaleza, Ceará. Vieram o advogado Jan Schumacher; Bastian Fenner, um engenheiro civil com experiência no setor de energia eólica; e um técnico especialista em montagem de parques eólicos. A cúpula da companhia, formada pelo presidente Joachim Fuhrländer, pelo diretor comercial, Nuno Sá; e pelo gerente técnico, Dieter Lahr, chegam na próxima semana.

A missão que chegou no último domingo veio acompanhar trâmites burocráticos, como a definição de razão social da empresa, que vai fabricar aerogeradores no Pecém. Mas vão também fechar contratos com empresas de construção civil para as obras da fábrica. Na agenda, a avaliação dos projetos eólicos com os quais a Fuhrländer está fechando contratos de fornecimento de turbinas eólicas e possíveis contratações de profissionais.

No dia 21 (próxima segunda-feira), Joachim, Dieter e Nuno vêm tratar da assinatura dos contratos de fornecimento de turbinas eólicas. Em Fortaleza, eles vão visitar empresas-parceiras da indústria alemã e o Governo do Estado. Pragmáticos, os alemães viajam com um outro objetivo importante. Querem observar o cenário do mercado de energia eólica para os próximos cinco anos.



VENDAVAL DE LULA E DILMA

As declarações do presidente Lula e da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, sobre a energia eólica, há cerca de duas semanas, soaram muito mal entre investidores estrangeiros e empresários brasileiros que apostam no mercado de energia eólica - limpa e eficiente, especialmente no Ceará. A leitura uniforme é de que há mesmo má vontade por parte do Palácio do Planalto. Uma má vontade movida a óleo diesel e gás. Lula e Dilma (ex-ministra das Minas e Energia) afirmaram com todas as letras que a energia dos ventos não sustentaria o crescimento do País, nem sequer oferece fator de capacidade suficiente, o que não é bem verdade.

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